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Web 2.0 e Biblioteca 2.0

terça-feira, 29 de outubro de 2013

A Web 2.0 diz respeito a uma segunda geração de serviços e aplicativos da rede e a recursos e tecnologias que permitem mais interatividade e colaboração na utilização da Internet. É a rede como uma plataforma e todos os dispositivos conectados a ela. Suas aplicações são aquelas que produzem a maioria das vantagens intrínsecas: distribuem o software como serviço de atualização contínuo que melhoram conforme as pessoas o utilizam e transformam os dados de múltiplas fontes, enquanto fornecem seus próprios dados e serviços, criando efeitos de rede através de uma "arquitetura participativa".
No âmbito de bibliotecas, a Biblioteca 2.0 teria quatro elementos essenciais, identificado por Maness (2006):

  • Centrado no usuário: dinâmica de consumo e criação de conteúdos entre usuário e bibliotecários;
  • Experiência multimídia;
  • Socialmente rico: bibliotecários e usuários comunicam sincronizada e assincronamente;
  • Comumente inovadoras: as bibliotecas e os usuários mudam um ao outro.

A biblioteca 2.0 inclui, por exemplo: "chat" de referência, tutoriais interativos, aplicações de redes sociais, etc.
O LIMS (Laboratory Information Management System) - que é um software baseado em laboratorio e SGC (Sitema de Gerenciamento de Informações) que oferece um conjunto de características que suportam as operações de um laboratório de informática - torna-se uma rede colaborativa, permitindo que os usuários acessem recursos em que um recurso leve ao outro, o que inclui uma interface de rede social personalizada.
A Web 2.0 permitiu concetração da agregação de informações e maior disseminação e reutilização de conteúdos. Na Web 2.0 a gestão de ativos digitais tem opções para resolver a interatividade e a rede social e suas características, como a tecnologia de RRS, que possibilita comentários e mensagens.

O QUE ISSO TEM A VER COM AS REDES COLABORATIVAS?

A resposta? Tudo.

A partir do momento em que a biblioteca se utiliza da Web 2.0 para ampliar seu alcance, sua interatividade e para disseminar informações com mais eficiência, permite uma série de interconexões com outras unidades, criando redes que se inter-relacionam, trocando informações e serviços.
No âmbito das empresas, por exemplo, verificamos que as empresas podem, através de aplicativos da Web 2.0, se conectar a outras organizações, universidades, fornecedores, competidores e clientes. Se pensarmos mais, vemos que também pode conectar setores internos por aplicativos de Intranet e Internet.
Se nos voltarmos para a biblioteca com uma visão mais administrativa, vemos que, não diferentemente das empresas, a biblioteca pode se conectar a "fornecedores" (bancos de dados, diretórios, repositórios - locais onde informações possam estar armazenadas), "outras organizações" (outras bibliotecas), "clientes" (usuários da biblioteca - tanto os que já a utilizam quanto os usuários potenciais - aqueles que podem ainda vir a utilizar a biblioteca), Universidades (bem como empresas, etc), e "Competidores" (que, no caso da biblioteca, seriam as bibliotecas e centros de documentação que serviriam como "substituto" à biblioteca - vamos supor, por exemplo, que há uma biblioteca mais próxima da casa do usuário em questão. O bibliotecário pode se conectar a esta biblioteca e remeter o usuário a ela, caso esta possua a informação de que ele necessita).

Para estabelecer essas conexões a biblioteca pode utilizar vários recursos: site próprio, blogger, além de outros, como redes sociais como facebook, twitter, e afins.

O bibliotecário deve, no contexto atual, reconhecer as ferramentas e incorporá-las ao seu serviço, possibilitando que a biblioteca esteja integrada às Tecnologias de Informação.




Referências:

Elaboração: Kizzi Helena

O que são redes colaborativas?

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

De acordo com o relatório do projeto RCED, uma rede colaborativa é uma rede de relações baseadas fundamentalmente em processos colaborativos mediados por tecnologias de informação.
As redes colaborativas têm um papel fundamental no mundo atual. Empresas inseridas nessa realidade são mais flexíveis e dinâmicas, mais ágeis na adoção de novas tecnologias e têm mais probabilidade de conseguir maior produtividade.
Trabalhar em colaboração é uma vantagem competitiva mais barata, mais rápida e com menos riscos, fortalecendo a capacidade de inovar. No caso das bibliotecas e unidades de informação, possibilita maior eficiência e eficácia na missão de cobrir um determinado assunto, além de ser uma forma de facilitar o acesso à informação, melhorando o serviço e permitindo melhor cumprimento das leis da Biblioteconomia definidas por Ranganathan: os livros são para serem usados; para cada livro, seu leitor; para cada leitor, seu livro; poupe o tempo do leitor; e a biblioteca é um organismo em crescimento.
A aprendizagem colaborativa permite que se discutam tarefas, desafios e problemas a superar e um ambiente interativo fornece recursos para que alunos, professores e pares da área colaborem entre si para realizar ações propostas e gerar conhecimento.
Redes colaborativas motivam a inovação - e a inovação é uma marca do mundo globalizado. Os bibliotecários e demais profissionais da informação devem se manter atualizados para incorporar rapidamente as novas tecnologias ao seu serviço, mantendo-se dinâmicos e pró-ativos.

Referências:

Elaboração: Kizzi Helena

Kizzi Helena

Graduanda de Biblioteconomia e Gestão de UI, aficcionada por suspenses policiais, pseudoescritora e desenhista nas horas vagas.

Patricia dos Santos

Graduanda de Biblioteconomia e Gestão de UI, headbanger e viciada em café (só dá bom dia depois de tomar uma xícara)

Rogério Lima

Graduando de Biblioteconomia e Gestão de UI, headbanger de corpo e alma, e viva o Metal!